Desde o início do século XX
o Brasil busca uma forma de atenção a saúde para suprir as necessidades da
população, desde o formato das caixas que visavam a proteção da produção,
prestando cuidados de saúde aos trabalhados até o nosso Sistema Único e
UNIVERSAL de Saúde.
Muitos que hoje se prestam
ao papel de se pronunciar em favor do fim do SUS não conhecem a realidade que
existia antes de se ter um sistema de saúde Público e Universal, e os que
viveram, parecem não lembrar, parecem que esqueceram de quantas vezes tiveram
que provar que eram trabalhadores “fichados”. Mas esse é o mal do povo que não
valoriza suas conquistas.
Ultimamente os noticiários
mostraram bem o quanto o presidente da maior potência econômica do planeta,
Barack Obama, tem tentado buscar um sistema universal e não tem obtido êxito,
pois é preciso lutar contra toda um indústria que se sustenta as custas da
saúde de um povo, no Brasil a história mostra que também não foi fácil, muito
suor e sangue foi derramado, porém nada disso tem valor, pois as pessoas acham
que tudo isso que temos direito hoje, sempre existiu e só fez piorar. É fato
que a saúde no Brasil não atravessa um bom momento, mas isso não se deve apenas
a rede pública, as rede privada, que muitos pagam horrores em planos de saúde,
e no final do ano pedem restituição ao governo, também vai mal das pernas, mas
ainda assim os Alexandres Garcias da vida insistem em apontar como solução a
privatização da saúde. Será que essa é a solução? Entregarmos tudo nas mãos da
inciativa privada? Se com a coisa pública nós já não cobramos, nós não
fiscalizamos, creio que essa é a pior alternativa.
Precisamos fortalecer o SUS,
mas isso só poderá ser possível quando a sociedade civil de fato for
organizada, quando os homens e mulheres de bem adentrarem os espaços como por
exemplo os conselhos de saúde, quando pararmos de pautar nossas vidas pela
mídia burguesa que defende seus interesses escusos a qualquer custo, quando de
fato fizermos algo por nós mesmos, sejamos os donos da nossa própria liberdade.
Só reclamar não basta, mexa-se, faço algo, saia da zona de conforto, pare de
seguir o toque do plinplim e acorde.
“Vamos amigo lute, vamos
amigo ajude, senão a gente acabada perdendo tudo que já conquistou”
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